
Logro êxito quando ouço este nome "Cora Coralina". Como pode, em meio à cidade/vila onde pessoas/preconceitos viviam emoldurados, nascer uma "flor de maracujá" tão linda quanto Aninha? Se fossem destruídas todas as obras da humanidade, e sobrasse apenas "Poema dos Becos de Goiás e Estórias Mais", nada teria perdido.
Busquei mostrar em minha monografia, uma visão regionalística desta obra. O Regionalismo é um período literário essencial na história da nossa literatura e, ao enfatizá-lo utilizei a relação entre o homem e a sua terra de forma abrangente, fazendo uma reconstrução das crenças, costumes e tradições do povo, da goianidade de Cora. Não se trata somente de atribuir valores específicos a terra (Bairrismo), foi preciso compreender como esta renomada poetisa construiu sua poética fazendo uma baliza entre o tempo e o espaço, enfim, tudo o que se constitui como fonte objetiva do processo sócio-cultural da região, deixando o pitoresco de lado, dando ênfase nas particularidades do seu povo, sem esquecer a universalidade dos sentimentos comuns a todos os homens.
No fundo, os conflitos humanos são os objetos de trabalho de Cora, colocando em evidência a sua apaixonante cidade Natal, a Cidade de Goiás - GO. Mas ela não se limita ao mundo regional, relata também sua história, uma mulher dentro da tradição, permitindo trazer à tona a relação luta X poesia, além de revelar valores de uma cultura popular, seja ela na natureza, nas tradições locais, nos costumes, nos modismos lingüísticos, nas emoções transmitidas pelos becos, seu tão amado Rio Vermelho, monumentos históricos, retratando os fatos cotidianos em forma de poesia, um lugar comum, cheio costumes familiares, gestos, formas, figuras, cores, velhos preconceitos sociais que deixaram como legado para a escritora, um exemplo para a 'escola da vida'. Ela deixa transparecer um laço umbilical com a sua terra. Suas raízes mergulham profundamente no meio em que viveu tudo o que se constitui em fonte objetiva do processo sócio-cultural, transformando sua obra em entidade de valorização da vida do seu povo.
A importância de suas obras, crescem na medida em que permite aos seus leitores observarem histórias que a poetisa presenciou ou vivenciou, fatos essenciais para um novo entendimento, diferente do que já se tinha, enquanto filiados do senso comum. Esta vã presunção de compreender tudo que Cora escrevia, não é uma tarefa para mentes comuns.
Busquei mostrar em minha monografia, uma visão regionalística desta obra. O Regionalismo é um período literário essencial na história da nossa literatura e, ao enfatizá-lo utilizei a relação entre o homem e a sua terra de forma abrangente, fazendo uma reconstrução das crenças, costumes e tradições do povo, da goianidade de Cora. Não se trata somente de atribuir valores específicos a terra (Bairrismo), foi preciso compreender como esta renomada poetisa construiu sua poética fazendo uma baliza entre o tempo e o espaço, enfim, tudo o que se constitui como fonte objetiva do processo sócio-cultural da região, deixando o pitoresco de lado, dando ênfase nas particularidades do seu povo, sem esquecer a universalidade dos sentimentos comuns a todos os homens.
No fundo, os conflitos humanos são os objetos de trabalho de Cora, colocando em evidência a sua apaixonante cidade Natal, a Cidade de Goiás - GO. Mas ela não se limita ao mundo regional, relata também sua história, uma mulher dentro da tradição, permitindo trazer à tona a relação luta X poesia, além de revelar valores de uma cultura popular, seja ela na natureza, nas tradições locais, nos costumes, nos modismos lingüísticos, nas emoções transmitidas pelos becos, seu tão amado Rio Vermelho, monumentos históricos, retratando os fatos cotidianos em forma de poesia, um lugar comum, cheio costumes familiares, gestos, formas, figuras, cores, velhos preconceitos sociais que deixaram como legado para a escritora, um exemplo para a 'escola da vida'. Ela deixa transparecer um laço umbilical com a sua terra. Suas raízes mergulham profundamente no meio em que viveu tudo o que se constitui em fonte objetiva do processo sócio-cultural, transformando sua obra em entidade de valorização da vida do seu povo.
A importância de suas obras, crescem na medida em que permite aos seus leitores observarem histórias que a poetisa presenciou ou vivenciou, fatos essenciais para um novo entendimento, diferente do que já se tinha, enquanto filiados do senso comum. Esta vã presunção de compreender tudo que Cora escrevia, não é uma tarefa para mentes comuns.
"Cora, seus carros de boi me amolecem a alma sisuda. Suas ruas, cheias de indispensáveis becos, são convites a uma corrida na chuva julina gelada. As compotas de doce de leite e as cocadinhas suaves com cheiro de cravo ralo me enchem a boca com um gosto antigo. Quisera eu ter sido o sapo que coaxava em sua janela enquanto retocava delicadamente seus poemas, os peixinhos famintos que comiam o lodo viscoso descido de seu jirau direto nas turvas águas do rio vermelho. Mas não, tudo isso é sonho, ilusão passageira de turista acidental. Mas não tão por acaso, um dia tropecei o pensamento em um dos seus encantados cantos que me fizeram imediatamente, tomar um longo gole de saudade nunca vivida e me emocionar com as pedrinhas que corriam serelepes ladeiras abaixo quando o vento forte anunciava as enxurradas benditas. Cora, Cora, Cora, toca outra canção daquela em meu ouvido só para me tirar desse torpor. Pois ainda sinto a verticalidade apaixonante daquela dama, nossa conhecida." (Gil~~~)

8 comentários:
ontem lembrei de voce, fomos almoçar na casa da tia Vania ela mandou um abraço pra voce. esta tudo bem com voce? nao e preciso me bloquear no msn, pode deixar que nao vou mais te encher o saco, so nunca esqueça que eu ainda gosto muito de voce. se cuida gata.
sei que nao faço mais parte da sua vida, mas voce ainda continua fazendo parte da minha, gosto de ler seus textos, atraves deles sinto seu cheiro e sei que esta por perto.
Poesia quando chama o poeta, faz sobrar tanta emoção que ás vezes, nem consiguimos letras no debilitado vocabulário, capazes de tornar vivas as letras que nos sufocam. Amei ter em seu blog um pedaço de mim.. Kisses and Tender, Gil~~~
Quando a chuva delicadamente tocar nosso telhado-coração
muitos raios rasgarão o céu e iluminarão o chão.
Oi neguinha...Lindos são seus textos...Assim como você e seu coração....
O homem pensa.
A mulher sonha.
Pensar é ter cérebro.
Sonhar é ter na fronte uma auréola.
O homem é um oceano.
A mulher é um lago.
O oceano tem a pérola que embeleza.
O lago tem a poesia que deslumbra.
O homem é a águia que voa.
A mulher, o rouxinol que canta.
Voar é dominar o espaço.
Cantar é conquistar a alma.
O homem tem um farol: a consciência.
A mulher tem uma estrela: a esperança.
O farol guia.
A esperança salva.
Enfim, o homem está colocado onde termina a terra.
A mulher, onde começa o céu!!!
Meu amor meu amorzinho
preciso tanto de você
vem me dar o seu carinho
e alegrar o meu viver
Você é a minha vida
não consigo te esquecer
to buscando uma saída
e nos teus braços me perder
A saudade me devora
e castiga meu viver
te preciso sem demora
de amor posso morrer
Uma mulher linda
um ser humano especial
tudo de bom e carinhosa
como nunca vi igual.
Eu queria ser...
Uma estrela para iluminar seu caminho.
Eu queria ser...
O oásis para seus momentos difícieis
Eu queria ser...
Uma onda para varrer todos os seus problemas.
Eu queria ser...
Um rouxinol para levar música aos seus ouvidos.
Eu queria ser...
As flores que enfeitam a sua vida.
Eu queria ser...
O sol que aquece seus dias
Postar um comentário